Vinícola Campo Largo


O Suco de Uva Vinícola Campo Largo acaba de conquistar o Selo de Aprovação da SBC -Sociedade Brasileira de Cardiologia. Desde 1991, este selo é sinônimo de saúde em vários produtos espalhados por supermercados de todo o Brasil.

Para obtê-lo, a marca precisa atender todos os critérios estabelecidos pelo Comitê do Selo de Aprovação SBC, os quais seguem padrões nacionais e internacionais de alimentos considerados saudáveis ao coração.

E o Suco de Uva Vinícola Campo Largo tem muito orgulho de carregar em seu rótulo este verdadeiro atestado de saúde.


O consumo da uva tornou-se um hábito comum entre todos que desejam cuidar do corpo e, mais especificamente, do coração. Mas o que é verdade e o que é mito nesta relação com as uvas? Beber vinhos e sucos realmente faz bem?

O vinho, bebido regular e moderadamente, junto com as refeições por quem não tenha qualquer contraindicação ao uso de bebidas alcoólicas, agrega benefícios para a saúde. Isso é o que evidenciam centenas de milhares de pesquisas. Aqui são apresentados os principais estudos médicos que mostram a relação do consumo de vinho com os benefícios para a saúde."

    • A ingestão moderada de bebidas alcoólicas, sobretudo de vinho, previne doenças cardíacas e circulatórias. Já se evidenciaram os seguintes mecanismos para a proteção cardiovascular oferecida pelo vinho:

      - Aumento do (bom) Colesterol HDL, tanto na quantidade quanto na qualidade.
      - Diminuição do Colesterol LDL e sua oxidação, situação inicial do processo de aterosclerose.
      - Diminuição da agregação plaquetária e do fibrinogênio, as causas principais de oclusão dos vasos sanguíneos e consequente infarto do miocárdio, derrame cerebral e gangrenas.
      - O vinho modifica a camada interna dos vasos sanguíneos, dificultando a aterosclerose.
      - Aumento da resistência e elasticidade da parede vascular.
      - Dilata os vasos sanguíneos, diminuindo a resistência ao trabalho do coração.
    • Os acidentes vasculares cerebrais podem ser isquêmicos (quando há uma obstrução de um ou mais vasos diminuindo o aporte sanguíneo) ou hemorrágicos (quando um ou mais vasos rompem e extravasam sangue no tecido cerebral). Os AVC isquêmicos representam 70% das ocorrências dessa patologia. As pessoas que têm o hábito regular de beber vinho moderadamente têm 40 a 60% menos riscos de desenvolver AVC isquêmico. Já o consumo abusivo (mais de 5 copos por dia) aumenta o risco de AVC hemorrágico.
    • O alto consumo de álcool (50g ou mais por dia, que equivalem a mais de 5 copos de vinho) aumenta a pressão arterial. Em contrapartida, estudos feitos em vários países sugerem que o consumo de bebidas alcoólicas diminui a pressão sanguínea. No Brasil, por exemplo, um pesquisador da UERJ descobriu num polifenol do vinho uma ação anti-hipertensiva maior que a encontrada em outras bebidas alcoólicas.
    • Quem bebe vinho junto com as refeições têm menos 20% de chances de desenvolver câncer de qualquer tipo. Tal proteção se deve aos polifenóis da bebida, que bloqueiam tanto o início, como o crescimento e disseminação da doença.
    • O vinho aumenta a sensibilidade das células à ação da insulina. E com isso:

      - Melhora o aproveitamento dos açúcares pelas células.
      - Diminui a insulina circulante – fator que desencadeia uma série de reações metabólicas, culminando no ganho de peso.
      - Favorece o emagrecimento do diabético.
      - Diminui a necessidade de medicamentos.
      - A principal causa de morte dos diabéticos são as doenças cardiocirculatórias. O efeito cardioprotetor do vinho é bem conhecido e representa um benefício extra para quem sofre desse mal.



      RECOMENDAÇÕES PARA OS DIABÉTICOS QUE FOREM TOMAR BEBIDAS ALCOÓLICAS

      - Só beba se estiver com a doença controlada.
      - Beba vinho junto ou logo após uma refeição.
      - Beba acompanhado.
      - Esteja preparado para ocorrências de hiper e, sobretudo, hipoglicemia.
      - Diante de sintomas, faça um teste rápido da glicemia.
      - Se beber regularmente, monitore os níveis de triglicerídeos.
      - Contabilize as calorias da bebida na sua dieta.
      - Se beber à noite, faça um lanche antes de dormir.
      - Prefira vinho tinto seco, que é menos calórico.
      - Evite dirigir automóveis e operar máquinas, se beber.
    • Desde que não ultrapasse 10% do valor calórico de toda a dieta, o vinho é muito favorável para o obeso. Muitas clínicas de emagrecimento incluem o vinho no seu cardápio. Alguns polifenóis que existem na bebida destroem os adipócitos por inibição de enzimas metabolizadoras de gordura.
    • O envelhecimento das células, dos tecidos e do organismo como um todo é resultado da ação dos radicais livres. Nosso corpo produz substâncias que são neutralizadoras dos Radicais Livres, as quais no entanto diminuem com a idade. Como os vinhos, sobretudo os tintos, são ricos em agentes eliminadores de radicais livres, é fácil entender o efeito antienvelhecimento da bebida.

      Uma pesquisa feita em Bordeaux, região dos vinhos na França, mostrou que pessoas que bebem de 250 a 500 ml de vinho têm menos 75% de chances de desenvolver o mal de Alzheimer. Vários outros estudos demonstraram que o consumo controlado da bebida protege a circulação cerebral, prevenindo diversas outras doenças degenerativas.

    • Uma pesquisa feita na região de Bordeaux, na França, mostrou que as pessoas que bebiam de 250 a 500 ml de vinho tinham 75% menos chance de desenvolver o mal de Alzheimer.

      Uma série de estudos demonstrou que a ingestão regular e moderada de vinho, preserva diretamente o neurônio além de proteger a circulação cerebral. Com isso há uma proteção ao desenvolvimento de demências e outras doenças degenerativas do sistema nervoso. Desse modo as pessoas envelhecem com mais qualidade de vida - apresentando um melhor perfil social e psicológico.
    • A digestão de uma refeição acompanhada de vinho é melhor por vários motivos:

      - Estimula a vesícula biliar, que descarrega uma quantidade maior de biles no início do intestino delgado, melhorando e aumentando a digestão das gorduras. Há ainda enzimas que aceleram e facilitam o processo de digestão.
      - O aumento da sensibilidade dos tecidos à insulina favorece a digestão dos carboidratos.
      - Alguns polifenóis do vinho diminuem os movimentos peristálticos do intestino delgado e do intestino grosso. Isso diminui o trânsito intestinal e aumenta o tempo de permanência dos alimentos no tubo digestivo.
      - O consumo moderado de vinho junto ajuda também a prevenir o desenvolvimento de úlceras pépticas.
    • Desde a antiguidade o vinho tem um efeito anti-infeccioso. Os responsáveis por isso são os antocianos, polifenol que desenvolve uma atividade bactericida direta na presença do álcool. A natureza sabiamente colocou este antibiótico natural na casca das uvas, como um mecanismo de proteção. E este é certamente um dos fatores que torna a fruta tão resistente, permitindo que ela atravessasse os tempos, desde a pré-história.
    • O vinho e o suco de uva inativam diversos vírus, entre eles o causador da herpes labial e da poliomielite. Os grandes responsáveis por essa ação são as procianidinas, polifenol abundante que se liga aos vírus, impedindo-os de entrar nas células, onde causariam a infecção.
      Estudo feito entre 1998 e 1999 com 4272 professores de cinco universidades espanholas mostrou os seguintes dados: quem tomava mais de 14 taças de vinho por semana tinha 40% menos resfriados do que os abstêmios e os que bebiam cerveja ou destilados. Este efeito era ainda mais significativo entre os que tomavam vinho tinto.
    • As mulheres que bebem vinho com frequência e sem excessos têm atenuados os efeitos da menopausa. Estudo feito com 1.482 australianas mostrou também que a ingestão regular e moderada de vinho diminui em 50% a chance delas de desenvolver câncer de ovário.

      Em doses baixas, de até 30 g por dia, o álcool – independente da bebida – inibe a atividade dos osteoclastos, células que destroem o osso. Acima disso, seu efeito é danoso ao metabolismo ósseo, aumentando os riscos de fraturas.

      A quercitina é um polifenol da uva encontrado em quantidade apreciável nos vinhos tintos e que possui efeito direto sobre o osso, aumentando a ação dos osteoblastos (células formadoras de osso) e inibindo os osteoclastos (células destruidoras). Ou seja, é um benefício encontrado apenas nos vinhos, sobretudo os tintos.

      O Resveratrol é outra substância encontrada no vinho que possui estrutura química e funcional semelhante à dos hormônios femininos usados para tratamento da osteoporose.

      O consumo de bebidas alcoólicas aumenta a infertilidade feminina na proporção direta à quantidade ingerida. Mas o vinho – desque que consumido de forma moderada – aumenta a fertilidade feminina, conforme estudo feito pela equipe do Dr. Tolstrup.
    • Um dos efeitos mais espantosos do vinho é na pele. Por ser uma parte externa do organismo, nela se podem observar diretamente os efeitos benéficos da bebida.

      A colagenase e a elastase são enzimas que destroem o colágeno e a elastina, substâncias que dão consistência e elasticidade à pele.

      Os polifenóis do vinho bloqueiam a ação dessas enzimas, além de melhorar a microcirculação e a hidratação da pele.

      O Resveratrol também elimina alguns fungos como o Tricophyton sp, Epidermophyton floccosum e microscoporum gypseum, causadores de micoses cutâneas.
    • As duas principais causas de cegueira em pessoas idosas de países desenvolvidos são a catarata e a degeneração macular, que acometem 30% das pessoas com mais de 75 anos de idade. Como os polifenóis do vinho são potentes varredores de radicais livres e melhoram a circulação, pessoas que consomem a bebida têm 20% menos chances de desenvolver a cegueira por idade.
    • Foi em 1997 que se constatou a ação anti-inflamatória dos polifenóis, que ocorre tanto por via oral como tópica. O Resveratrol tem um efeito semelhante e superior a alguns anti-inflamatórios não hormonais usados atualmente como, por exemplo, a fenilbutazona e a indometacina.

      Estudo feito em Harvard avaliou especificamente a ingestão de diferentes bebidas alcoólicas e os níveis de ácido úrico. Foram avaliados 14.809 pacientes (6.932 homens e 7.877 mulheres), todos com mais de 20 anos de idade, entre 1988 e 1994. Chegou-se à conclusão de que beber cerveja e destilados aumenta fortemente os níveis de ácido úrico no sangue, mas o mesmo efeito não ocorre com a ingestão de vinho.
    • Ao beberem vinho de forma moderada, os portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) têm atenuados seus sintomas clínicos. Isso porque o Resveratrol diminui as ocitocinas inflamatórias dos macrófagos alveolares. Pesquisadores da Universidade de Búfalo, Nova Iorque, notaram que as pessoas que bebem vinho branco regularmente têm uma melhor função pulmonar. Fumantes que fazem o mesmo também veem atenuar-se os efeitos nocivos do cigarro.

Todas as informações foram retiradas do artigo "Vinho e Saúde", do Médico
e especialista em clínica médica, Dr. Jairo Monson de Souza Filho.
E-MAIL: jairo@monson.med.br

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